Disciplina: Aquisição de Linguagem
Professor: Vicente Martins
Aluna: Maria Iraneide Braga
Professor: Vicente Martins
Aluna: Maria Iraneide Braga
MEMORIAL DE INFÂNCIA
Nasci em 30 de julho de 1976. Já era manhã quando nasceu uma linda menina chamada Iraneide, relata minha mãe. Foi um parto bem sucedido. Nasci na Maternidade Nossa Senhora Sant’Ana.
Por ter sido a primeira filha depois de dois homens era rodeada de carinho por todos. Além do carinho da família era muito querida por duas vizinhas Dida ( Maria de Fátima) e Dedé (Maria José). Elas foram duas pessoas que ajudaram em minha formação.
Era uma menina chorona, segundo minha mãe, mesmo mamando bastante. Mamei até o primeiro aninho.
Ainda muito pequena fui batizada na Igreja Matriz de Santana do Acaraú, acompanhada de toda família e padrinhos.
Segundo minha mãe minha primeira palavra foi com oito meses de idade que foi papai, ele ficou muito feliz pois tinha um carinho muito grande por mim. Sempre quando chegava do trabalho saíamos para passear. Depois comecei a falar mama (mamãe), mãezinha (minha avó) e bô (vovô), Dida (Maria de Fátima) em memória e Dedé (Maria José) e não parei mais, comecei a repetir várias palavras interessantes. Todas minhas ações faziam todos sorrir.
Comecei meus estudos com 3 anos de idade. Sempre estudei em escola particular. Minha primeira professora foi a tia Ana, ela tinha um carinho muito grande por mim.
Mas um fato engraçado mesmo foi quando estava assistindo um desenho animado chamado bate e fera, chega uma mulher pedindo esmolas, eu falei que não tinha, só para não perder o desenho. Então meu irmão mais velho mandou ir olhar se tinha alguma coisa para dar a senhora, eu falei que já tinha ido mas não tinha nada. Era apenas mentira, eu não queria era perder o desenho. Meu irmão levantou-se devagarinho e quando menos esperei na melhor parte do desenho, do nada começou a chover farinha em minha cabeça, era meu irmão derramando farinha em minha cabeça e perguntando: Tem esmola não? E o que é isso? Os meus amigos que estavam assistindo comigo começaram a sorrir. Aprendi a nunca mais mentir para meu irmão. Ainda hoje ele comenta.
E assim que aconteceu um episódio em infância. Hoje sou uma pessoa compreensiva e muito simpática.

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