Universidade Estadual Vale do Acaraú – UVA
Disciplina: Aquisição da Linguagem
Professor : Vicente Martins
Memorial
Aluna:Maria Valquiria
Disciplina: Aquisição da Linguagem
Professor : Vicente Martins
Memorial
Aluna:Maria Valquiria
Letras com habilitação em Portug
Turma 2009.1
Novembro
2009
Memorial
Lembrar episódios que envolvem palavras quando eu ainda tinha de 3 a 6 anos.
Nasci em 14 de Janeiro de 1996, era madrugada, foi um parto muito difícil pois quando relatou minha mãe Rita de Cássia nasci em casa com uma parteira pois na época ela morava em uma fazenda e era muito difícil transporte, então não teve como chegar até a maternidade de Santana cidade mais próxima .
Como fui a terceira filha do casal mais a primeira filha do sexo feminino todos me paparicavam bastante era rodeada de carinho dos avos maternos pois era muito alva e loira. Era uma menina muito chorona, segundo minha mãe, não mamava muito e chorava bastante a noite, tomei mamadeira até os três anos.
Ainda pequena, meus pais foram embora para a cidade de Parnaíba no Piauí onde fui batizada na igreja Nossa Senhora da Graça. (sé), Meus padrinhos foram de Paraíba aos quais nunca os conheci, pois antes que eu crescesse meus pais voltaram e nunca mais encontram –se novamente.
Eles Retornaram á mesma fazenda onde nasci onde lá morei até 14 anos, comecei meus estudos aos 5 anos de idade em uma escolinha na zona rural onde estudei com apenas uma professora até o 5º ano. Depois não tendo mais estudo na zona rural tive que ir morar na cidade (Santana) para continuar meus estudos. Sempre fui uma aluna muito dedicada, minha mãe era professora e eu sempre a imitava em minhas brincadeiras. Segundo minha mãe comecei a falar com nove meses que foi papa (Papai) ele ficou muito orgulhoso, pois me queria muito bem, sempre chegava do trabalho á noite ficava brincando comigo depois veio mama (Mamãe) bó (Vovó) bô (Vovô) titi (Titia) e não parei mais comecei a falar várias outras palavras como shaponete (Sabonete) como morava em fazenda e haviam muitos pássaros, chamava cabeça de mercúrio (Campina), uubu (Urubu) e todos achavam muito engraçado, certa vez minha mãe levou-me a uma missa na capela que havia no povoado próximo e lá tinha um homem vendendo palma, que na época era chamado por eles de broa. Então eu comecei a pedir buá, minha mãe não entendia nada e eu comecei a chorar e fiquei deitada no chão bem na porta principal aos berros e o padre parou a missa e pediu que tirasse aquela menina para que pudesse continuar a missa.
Ela ficou com muita vergonha, levou-me para casa e deu-me umas boas palmadas, mais não parou por ai, quando alguém dizia algo que eu não gostava eu dizia vão palar abando (Saiam todos daqui), depois comecei a chamar meu irmão mais velho de Didi, seu nome é Marcelo, mas até hoje todos chamam de Didi, e ele parece gostar.
E Assim cresci, tornando-me uma adolescente muito responsável. Estudava e cuidava dos meus irmãos mais novos pois sempre gostei e gosto muito de crianças. Logo ao terminar o antigo normal comecei logo a trabalhar, pois me saí muito bem nos estágios e o diretor da escola quis que eu ficasse lecionando na mesa escola onde havia concluído o curso. Depois fiz pedagogia e o carinho que tinha pelas crianças só fez aumentar mais ainda e por isso até agora leciono em sala de 1° ano que são crianças de 5 e 6 anos.E é uma experiência muito gratificante pois as crianças são muito sinceras no que dizem e fazem e elas têm um carinho muito grande com os professores e isso é muito especial.por isso adorei a disciplina porque estuda a linguagem da criança.
Novembro
2009
Memorial
Lembrar episódios que envolvem palavras quando eu ainda tinha de 3 a 6 anos.
Nasci em 14 de Janeiro de 1996, era madrugada, foi um parto muito difícil pois quando relatou minha mãe Rita de Cássia nasci em casa com uma parteira pois na época ela morava em uma fazenda e era muito difícil transporte, então não teve como chegar até a maternidade de Santana cidade mais próxima .
Como fui a terceira filha do casal mais a primeira filha do sexo feminino todos me paparicavam bastante era rodeada de carinho dos avos maternos pois era muito alva e loira. Era uma menina muito chorona, segundo minha mãe, não mamava muito e chorava bastante a noite, tomei mamadeira até os três anos.
Ainda pequena, meus pais foram embora para a cidade de Parnaíba no Piauí onde fui batizada na igreja Nossa Senhora da Graça. (sé), Meus padrinhos foram de Paraíba aos quais nunca os conheci, pois antes que eu crescesse meus pais voltaram e nunca mais encontram –se novamente.
Eles Retornaram á mesma fazenda onde nasci onde lá morei até 14 anos, comecei meus estudos aos 5 anos de idade em uma escolinha na zona rural onde estudei com apenas uma professora até o 5º ano. Depois não tendo mais estudo na zona rural tive que ir morar na cidade (Santana) para continuar meus estudos. Sempre fui uma aluna muito dedicada, minha mãe era professora e eu sempre a imitava em minhas brincadeiras. Segundo minha mãe comecei a falar com nove meses que foi papa (Papai) ele ficou muito orgulhoso, pois me queria muito bem, sempre chegava do trabalho á noite ficava brincando comigo depois veio mama (Mamãe) bó (Vovó) bô (Vovô) titi (Titia) e não parei mais comecei a falar várias outras palavras como shaponete (Sabonete) como morava em fazenda e haviam muitos pássaros, chamava cabeça de mercúrio (Campina), uubu (Urubu) e todos achavam muito engraçado, certa vez minha mãe levou-me a uma missa na capela que havia no povoado próximo e lá tinha um homem vendendo palma, que na época era chamado por eles de broa. Então eu comecei a pedir buá, minha mãe não entendia nada e eu comecei a chorar e fiquei deitada no chão bem na porta principal aos berros e o padre parou a missa e pediu que tirasse aquela menina para que pudesse continuar a missa.
Ela ficou com muita vergonha, levou-me para casa e deu-me umas boas palmadas, mais não parou por ai, quando alguém dizia algo que eu não gostava eu dizia vão palar abando (Saiam todos daqui), depois comecei a chamar meu irmão mais velho de Didi, seu nome é Marcelo, mas até hoje todos chamam de Didi, e ele parece gostar.
E Assim cresci, tornando-me uma adolescente muito responsável. Estudava e cuidava dos meus irmãos mais novos pois sempre gostei e gosto muito de crianças. Logo ao terminar o antigo normal comecei logo a trabalhar, pois me saí muito bem nos estágios e o diretor da escola quis que eu ficasse lecionando na mesa escola onde havia concluído o curso. Depois fiz pedagogia e o carinho que tinha pelas crianças só fez aumentar mais ainda e por isso até agora leciono em sala de 1° ano que são crianças de 5 e 6 anos.E é uma experiência muito gratificante pois as crianças são muito sinceras no que dizem e fazem e elas têm um carinho muito grande com os professores e isso é muito especial.por isso adorei a disciplina porque estuda a linguagem da criança.

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