
DISCIPLINA:AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM
PROF.: VICENTE MARTINS
ALUNA: FRANCISCA ELIETE DE AGUIAR BRITO
MEMORIAL DA FALA NA MINHA INFÂNCIA
NOVEMBRO DE 2009
SOBRAL - CE
RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA
Nasci em um interior do Município de Cariré chamado Meio-dia. Meus pais durante muito tempo moraram na zona rural. Somos quatro filhos. Três mulheres e um homem, sendo eu a terceira filha. Meus pais já são falecidos, portanto só quem pôde me repassar algumas informações sobre minha infância foi minha irmã mais velha que reside em Brasília.
Segundo a mesma comecei a andar com 10 meses de idade e a falar as primeiras palavras a partir de um ano. Sempre fui muito ativa. Procurava imitá-la em tudo principalmente na fala.
Como morávamos no interior, às vezes dizia que ia comer pim pim que era capim e algumas vezes fui pega mesma comendo capim. Era muito chorona. Por isso me chamavam de manteiga derretida.
Como a maioria das crianças, na fase inicial da fala trocava o r por l (parede, palede, cadeira, cadela, cururu, cululu). Com o convívio com pessoas do campo aos poucos adquiri algumas variações lingüísticas como: posta-porta, bassoura-vassoura, alcolva-quarto de dormir e outros. Com o tempo ao vir morar na cidade e começar a estudar fui substituindo essas variações por outras palavras mais adequadas.
PROF.: VICENTE MARTINS
ALUNA: FRANCISCA ELIETE DE AGUIAR BRITO
MEMORIAL DA FALA NA MINHA INFÂNCIA
NOVEMBRO DE 2009
SOBRAL - CE
RECORDAÇÕES DA INFÂNCIA
Nasci em um interior do Município de Cariré chamado Meio-dia. Meus pais durante muito tempo moraram na zona rural. Somos quatro filhos. Três mulheres e um homem, sendo eu a terceira filha. Meus pais já são falecidos, portanto só quem pôde me repassar algumas informações sobre minha infância foi minha irmã mais velha que reside em Brasília.
Segundo a mesma comecei a andar com 10 meses de idade e a falar as primeiras palavras a partir de um ano. Sempre fui muito ativa. Procurava imitá-la em tudo principalmente na fala.
Como morávamos no interior, às vezes dizia que ia comer pim pim que era capim e algumas vezes fui pega mesma comendo capim. Era muito chorona. Por isso me chamavam de manteiga derretida.
Como a maioria das crianças, na fase inicial da fala trocava o r por l (parede, palede, cadeira, cadela, cururu, cululu). Com o convívio com pessoas do campo aos poucos adquiri algumas variações lingüísticas como: posta-porta, bassoura-vassoura, alcolva-quarto de dormir e outros. Com o tempo ao vir morar na cidade e começar a estudar fui substituindo essas variações por outras palavras mais adequadas.
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